Máquina de catar pedra
Máquina de catar pedra
Como se não bastasse a reprimarizacão (Hoje, o Brasil exporta mais produtos primários, em termos absolutos. Exatamente como ocorreu durante todo o período colonial e perdurando, após a independência) da economia na região norte do Brasil, através do oferecimento de commodities. É o caso do petróleo, da soja, do café etc., uma feira no Estado do Tocantins, considerado pelo próprio como sendo a que existe de melhor na região, mostrou como ícone tecnológico uma máquina de catar pedra. Bem, imaginemos a utilidade desta máquina:
Primeiro.
- especificidade: só catar pedras.
- solidariedade: precisaria de outra máquina para dar prosseguimento à limpeza de outros resíduos.
- Agricultabilidade: possibilidade de tornar agricultáveis terrenos antes impróprios.
Segundo, da divulgação.
- 40 anos catando pedra na Europa e só agora aparece no Brasil, via Tocantins.
- Expointer, Agrishow, Agrocampo, no show-room.
Terceiro, princípio da dúvida.
- se carregada, não compactaria o solo?
- dado o preço, o que fazer parada?
- solos arenosos e úmidos, vai ou não vai?
Elogios e mérito ao criador do equipamento, mas nos dias de hoje esta é uma máquina da idade da pedra, porque senão vejamos, hoje poderia aumentar o risco de erosão pela menor retenção de água das chuvas, declividade do terreno e não dominamos as condições climáticas e sendo máquina de arrasto poderia ser classificada como inovação e não como tecnologia de ponta. Daí num estado de estágio primário, com a letargia dominante acaba transformando discurso de desenvolvimento, em muita pedra no caminho.
Como se não bastasse a reprimarizacão (Hoje, o Brasil exporta mais produtos primários, em termos absolutos. Exatamente como ocorreu durante todo o período colonial e perdurando, após a independência) da economia na região norte do Brasil, através do oferecimento de commodities. É o caso do petróleo, da soja, do café etc., uma feira no Estado do Tocantins, considerado pelo próprio como sendo a que existe de melhor na região, mostrou como ícone tecnológico uma máquina de catar pedra. Bem, imaginemos a utilidade desta máquina:
Primeiro.
- especificidade: só catar pedras.
- solidariedade: precisaria de outra máquina para dar prosseguimento à limpeza de outros resíduos.
- Agricultabilidade: possibilidade de tornar agricultáveis terrenos antes impróprios.
Segundo, da divulgação.
- 40 anos catando pedra na Europa e só agora aparece no Brasil, via Tocantins.
- Expointer, Agrishow, Agrocampo, no show-room.
Terceiro, princípio da dúvida.
- se carregada, não compactaria o solo?
- dado o preço, o que fazer parada?
- solos arenosos e úmidos, vai ou não vai?
Elogios e mérito ao criador do equipamento, mas nos dias de hoje esta é uma máquina da idade da pedra, porque senão vejamos, hoje poderia aumentar o risco de erosão pela menor retenção de água das chuvas, declividade do terreno e não dominamos as condições climáticas e sendo máquina de arrasto poderia ser classificada como inovação e não como tecnologia de ponta. Daí num estado de estágio primário, com a letargia dominante acaba transformando discurso de desenvolvimento, em muita pedra no caminho.
Comentários
Postar um comentário